quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Governo Jatene: Que fazer no curtíssimo prazo?

O cenário sob o qual Jatene assume seu segundo mandato à frente do governo do Pará em janeiro de 2011, é qualitativamente diferente de janeiro de 2003, quando Jatene assumiu pela primeira vez o executivo estadual. Naquele primeiro quadriênio, Jatene assumiu, também, com um governo petista no plano federal, como ocorre agora em janeiro de 2011.


A diferença qualitativamente diferente entre o primeiro e o segundo governo Jatene, está na polarização política aguçada deste próximo quadriênio à frente do governo do Pará. Entre 2003-2006, o PT ainda não tinha sido “escorraçado” pelo voto popular, como veio a ocorrer em 2010, do governo do Pará, sendo o PSDB o instrumento que o povo paraense usou para “enxotar” o inépto governo Ana Júlia do poder político estadual.


Não tenho dúvida, se depender do PT, Jatene sofrerá uma oposição sem limites, creio que o interesse público ficará secundarizado em relação ao ódio político que a bancada petista destilará em relação ao governo tucano. A frase seguinte deverá ficar latente dentro da bancada petista nos próximos 4 anos: “ Se a iniciativa vem do governo Jatene, soi contra”. Creio que pessoas como Ganzer, Ten Caten e Faleiros, se contraporão a esta política, mas serão minoritários. Tomara que eu queime a minha língua.


Creio mais, a bancada estadual petista e seus agentes que comandarão instituições federais no estado, farão um verdadeiro cerco político à gestão tucana no Pará. Provavelmente, as obras e serviços federais no estado, tenderão a ser inauguradas sem a presença do novo governador paraense. Será que Dilma se prestará a este tipo de comportamento?


Feito esta inferência em torno do contexto partidário que Jatene enfrentará no próximo quadriênio, é mister concluir que Jatene só poderá operar administrativamente com recursos próprios e com empréstimos obtidos juntos às instituições financeiras, como o BNDS, a Caixa Econômica Federal, o Banco mundial, etc. Isto posta, o que Jatene poderia fazer, no início de governo, usando a criatividade nas políticas públicas, capaz de melhorar a vida dos paraenses?


De início, enquanto reorganiza as finanças do estado, de acordo com sua concepção de governo, Jatene poderia tomar as seguintes medidas emergenciais, simples, já inventadas em outros estados da federação:


1-Segurança pública: Ações de curto prazo: Jatene deveria mandar fazer o mapa do crime em Belém, 2- Em acordo com o judiciário e o Ministério Público, deveria retirar das penitenciárias os criminosos de baixo poder ofensivo e submetê-los à outras modalidades de penas, ampliando as vagas nas penitenciárias, 3- Fazer um pacto com o judiciário para que liminares não fossem “dadas” a criminosos de alta periculosidade, 4- Fechar os bares ilegais da periferia, conhecidos como “bibocas”, que são grandes centros de produção de agressões e homicídios, 5- Determinar, em bairros de alta incidência de violência, lei seca a partir das 24 hs entre quinta e domingo. Prender criminosos e mantê-los trancafiados. Combate sem fronteiras ao tráfico e a produção de drogas.


Estas medidas, nitidamente coercitivas, diminuiriam imediatamente as taxas de homicídios no Pará. Oitenta por cento dos homicídios no Pará e no Brasil, não são conseqüências de latrocínios, e sim de outras modalidades de violências, principalmente aquelas que são conseqüências de bebidas alcoólicas e outras modalidades de drogas. Em São Paulo com medidas como estas, os homicídios cairam 70%. Esta roda já foi inventada.


Logicamente que os agentes estruturais causadores da criminalidade são complexos e exigem políticas públicas de longo alcance, como a recuperação das famílias destroçadas pela miséria, proteção da primeira infância até a adolescência, distribuição de renda, e assim por diante.


Educação: o governo Jatene, deveria de imediato, mandar fazer, em curto prazo, um diagnóstico do quadro dos recursos investidos na recuperação das escolas, o resultado objetivo destes investimentos e verificar qual o quadro hoje, real, da situação das escolas estaduais, 2- Enfrentar os problemas das gestões nas escolas. Não é possível termos boas escolas no estado, convivendo com gestores despreparados, se todas têm professores com a mesma qualificação e o mesmo salário. Chamaríamos de choque de gestão na educação.


Saúde: Jatene deveria dinamizar a gestão estadual nos hospitais terciários como a Santa Casa, Metropolitano, Ophir Loyola e os hospitais regionais. Concomitante a estas iniciativas de curtíssimos prazos, o governador eleito, deveria tomar iniciativas frente às prefeituras municipais, visando qualificar, tanto as burocracias municipais em saúde, as burocracias dos hospitais municipais, como o conselhos municipais de saúde. O objetivo desta iniciativa, seria no mínimo, qualificar os serviços de saúde no espaço municipal, que é o local onde mora o cidadão. Implantar um sistema de indicadores de desempenho nos postos de saúde e nas escolas. Estas decisões estratégicas seriam a demonstração de um compromisso inquestionável em fazer uma revolução na gestão dos órgãos públicos no Pará. Estas iniciativas, sem altos gastos orçamentários, seriam a mais apreciada pelo povo pobre do nosso estado.


Iniciativas, simples, como estas, sem envolver grandes recursos orçamentários, fariam o estado funcionar para o cidadão, e mostraria que um novo governo está, de fato, à frente do executivo estadual.


Tenho dito.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dilma: o que se espera da presidente mulher

Dilma foi eleita presidente do Brasil, porém muitas dúvidas ainda pairam sobre o eleitorado brasileiro que votou nesta. Esta incógnita deve-se a ausência no currículo de Dilma de experiência na testa de executivos, sejam eles, municipais, estaduais ou federal.


Em favor de Dilma consta a experiência de ter sido a primeira ministra, informal, do segundo governo Lula, quando coordenou as ações de 35 ministros, na esplanada dos ministérios. Agora novos tipos de habilidades serão necessárias na vida cotidiana da economista Dilma: Mediação de conflitos com os ministros, mediação de conflitos com a base parlamentar, sensibilidade aguçada para antecipar conflitos junto aos movimentos sociais, em especial perante o MST e os movimentos dos funcionários públicos federais.


Creio que do ponto de vista da gestão macro da economia, as bases da estabilidade estão assentadas, porém às tomadas de decisões políticas frente aos conflitos envolvendo demandas dos empresários dos setores de importação e exportação, somados à pressão dos poderes legislativos e judiciários por salários e investimentos, pressionarão violentamente o equilíbrio das contas públicas.


Outro fator, este sim, impoderável, será o acompanhamento dos conflitos envolvendo a guerra cambial que está explodindo entre os Estados Unidos da América e a China, que poderá arrebentar no colo do Brasil, devido à provável diminuição do espaço de ação dos chineses no mercado mundial com a provável diminuição das exportações brasileiras rumo à China, devido ao contrarrestamento da Europa e dos EUA, frente à desvalorização artificial da moeda chinesa, com prejuízo para os mercados internos de todas as nações, que estão inseridos na dinâmica do mercado mundial capitalista.


Creio que a presidente Dilma poderia recuperar bandeiras tão caras às lutas por uma sociedade mais equitativa, humanista e livre, que seria o duro combate à corrupção do colarinho branco, produzir uma engenharia institucional para a participação popular na formulação, processo decisório e controle das políticas públicas, a exemplo do desenho institucional do Sistema Único de Saúde- SUS e do Sistema Único de Assistência Social- SUAS. E finalmente, lutar para que o congresso nacional, a partir de provocação do executivo, endureça as penalidades contra os predadores do dinheiro público.


Uma outra ação digna de estadista, seria uma cruzada por uma reforma tributária que corrigisse as desigualdades regionais. O Estado brasileiro teria que assumir o perfil de Estado Hobin Hood, ou seja, os estados mais pobres deveriam receber maior contingente de recursos orçamentários, capazes de impulsionar seus desenvolvimentos econômicos, sociais e ambientais, na direção da de suas futuras auto-suficiências e independência econômica, perante os estados do Sul e do Sudeste do Brasil.


Outra grande reforma que prepararia o Brasil para ingressar no clube dos países centenários, na vivência de um Estado Democrático de Direito, seria a reforma política, capaz de dotar o eleitorado de maior racionalidade na hora da escolha dos representantes parlamentares e na diminuição dos custos da governabilidade na relação executivo legislativo. Esta reforma aumentaria a credibilidade da classe política brasileira, notadamente, da atividade parlamentar como um todo, perante a população, aumentando a fé na democracia.


E a última, e a mais complexa das reformas estratégicas que a presidente eleita poderia coordenar em nosso país, seria uma revolução na gestão dos serviços públicos, para que o cidadão brasileiro viesse a ter serviços de saúde, educação, segurança pública e judiciária de qualidade aceitável. Com esta finalidade, o governo federal deveria coordenar ações no âmbito federal e nos governos estaduais e municipais. Com esta decisão política, finalmente o cidadão brasileiro, os usuários dos serviços públicos, estariam sendo finalmente lembrados por uma macro política coordenada pela Presidente da República. O governo federal brasileiro já possui experiência suficiente para induzir este tipo de ação dos governos estaduais e municipais.


Tenho dito.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Derrota de Ana Júlia: houve política pública de Educação?

Creio que duas iniciativas traduzem as ações do governo Ana Júlia na Educação Pública no Pará: a reforma inacabada das escolas e a informatização destas. No final de mandato, no afogadilho foi aprovado o Plano de Cargos e Carreira do magistério, mas não foi implementado.


Do ponto de vista político três acontecimentos marcaram a imagem popular deste governo na educação: a dança de cadeiras na SEDUC, com a nomeação de 5 secretários, o escândalo dos kits escolares e a repressão violenta contra os professores, movido a cacetete e spray de pimenta. Segundo o comandante das tropas, foi o próprio Chefe da Casa Civil, Cláudio Puty, quem ordenou à repressão ao movimento docente.


Imaginem, a marca do PT à frente dos executivos municipais e estaduais pelo Brasil, sempre foi as políticas sociais, em especial, saúde e educação. A DS/PMM do B conseguiu enterrar, mais esta marca da trajetória petista aqui no Pará.


Todos os petistas históricos esperavam uma verdadeira revolução na educação do Pará, consubstanciada em: 1- novas tecnologias pedagógicas para dimensão ensino-aprendizagem, capazes de impulsionar um melhor desempenho dos alunos paraenses, perante os índices de avaliação da educação nacional, 2- Empoderamento das escolas, através da descentralização, consubstanciada em leis, do ponto de vista orçamentário, político e administrativo. Esperava-se que Diretor eleito, Diretor empossado. Maior fluxo de recurso para ser administrados pelos Conselhos Escolares, e 3- Implementação de projetos que visassem modernizar a gestão escolar, através da construção de indicadores de avaliação de desempenho, com a subseqüente premiação do corpo técnico-administrativo e docente.


Nenhuma destas iniciativas foi notada neste governo. Pelo contrário, as obras da SEDUC, que deveriam ser executadas pela Secretaria de Obras-SEOP, foram centralizadas na própria secretaria de educação. Então a Seduc virou fulcro de disputa do controle de licitações , envolvendo milhões de reais. Os secretários eram indicados de acordo com a maior docilidade perante ao PMM do B, quem se recusasse a transgredir leis orçamentárias e de aplicação de recursos caiam imediatamente em desgraça e eram constrangidos a se demitirem.


A SEDUC perdeu a dimensão educacional e virou verdadeira central de reformas, inacabadas, das escolas. Caso venhamos hoje a fazer uma visita nas “600” escolas que estavam sendo reformadas, dificilmente encontraremos mais do que 10% concluídas, e, veja: o governo Lula derramou mais de 100 milhões, suplementares para a Secretaria de Educação do Pará. Isto é um verdadeiro escândalo. Eis a razão de tremenda derrota eleitoral, num contexto do controle, por parte da coligação governista, das máquinas estadual, federal e de mais de 90 prefeituras, no Pará. Ahh.. as reformas nas escolas já estão paralisando.


Enfim, um verdadeiro FIASCO no desempenho à frente da Educação no Pará.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Derrota eleitoral de Ana Júlia: Um governo não transparente, não participativo e não republicano, portanto, conservador e reacionário.

O governo Ana Júlia que encerra no dia 31 de dezembro de 2010 negou todos os pressupostos políticos de um governo transformador, sob a ótica de pressupostos democráticos e equitativos.


A dimensão transformadora de governantes republicanos, leia-se, homens e mulheres comprometidos em despatrimonializar o Estado e transformá-lo em uma instituição realmente pública, não foi observada nestes 4 aos de governo da Ana/DS/PMM do B.


Um governante e um partido transformador têm como primeira meta na direção de um poder executivo, republicanizá-lo, com medidas de transformações institucionais que garantam a participação popular na formulação, decisão e controle de políticas públicas. Criação de mecanismos cibernéticos instantâneos de transparência pública, tipo portais de acesso imediato às contas públicas, e finalmente, uma postura inflexível no combate a corrupção, ou seja, não rouba e nem deixa roubar.


Podemos afirmar sem medo de errar: esta não foi uma postura visível da chefe do executivo paraense em 4 anos à frente do governo do Pará. O Planejamento Territorial Participativo, que gerava mecanismo de participação popular na formulação, decisão e controle de políticas públicas foi abortado.


Não foi notado publicamente nenhum movimento de medidas que visassem a transparência nos gastos públicos, pelo contrário, o que assistiu-se foi um festival de medidas anti-republicanas como as compras milionárias sem licitação.


E finalmente, frente às denúncias de corrupção não notou-se uma postura indignada da governadora face a estes fatos, pelo contrário, Ana Júlia saiu em defesa cega de seus assessores e secretários diretos.


Podemos concluir que a transparência pública, a participação popular efetiva e o combate a corrupção não foram marca deste governo “popular” em ocaso. Eu diria hoje, convicto, que a experiência da esquerda no Brasil, em nome do pragmatismo do controle efêmero de um poder executivo, está secundarizando valores muitos caros ao pensamento revolucionário de uma esquerda democrática e humanista, que são: a honestidade na condução da coisa pública, da transparência na gestão dos recursos públicos e na indução, com medidas de transformações institucionais, da participação estratégica do povo na formulação, processo decisório e controle da execução de políticas públicas.


O único remédio capaz de reduzir a corrupção do dinheiro público é a atuação de Instituições públicas republicanas, como o Ministério Público Federal, Mecanismos legais de participação popular no controle das ações de governo e a existência de imprensa livre. E finalmente um código penal que não “refresque” o crime do colarinho branco.


Ou seja, o governo Ana Júlia foi anti-republicano, patrimonialista, fechado à participação popular e conservador sob o ponto de vista dos valores da transformação social, democrática e humanista. O governo Ana Júlia, sob o ponto de vistas dos valores republicanos acima enunciados, em nada se diferenciou dos governos dos partidos tradicionais que já governaram o Pará.

domingo, 7 de novembro de 2010

Derrota de Ana Júlia- o desconhecimento do significado das categorias :Governabilidade e governança na gestão do governo.

A marca dos 4 anos do governo Ana Júlia foi o insistente e permanente desconhecimento da importância dos partidos aliados na manutenção da governabilidade e da governança do poder executivo estadual.


A governabilidade diz respeito a conquista de maiorias programáticas estáveis dentro do poder legislativo estadual. Esta maioria se materializa quando da votação e aprovação de projetos importantes para o exercício do mandato quadrienal por parte do governador de plantão.


Porém, a maioria parlamentar não pode ser exercida se dois pressupostos não forem realizados por parte do governador e seu partido hegemônico: 1- participação dos partidos da base aliada na construção e na gestão, cotidiana, do programa de governo, também conhecida como uma das dimensões de governança e 2- Cumprir os acordos, com os partidos da base aliada e seus parlamentares, em relação à administração compartilhada do governo e ao implemento de liberação de recursos orçamentários e emendas parlamentares, destinados aos distritos onde os partidos aliados e seus parlamentares devem respostas objetivas, aos seus “constituences”.


Podemos afirmar sem nenhuma dúvida: o governo Ana Júlia falhou barbaramente nestes dois pressupostos. Primeiro não constituiu e nem deu funcionalidade a um conselho de governo, com reuniões periódicas, que deveria ser formado pelos presidentes dos partidos da base aliada, pelos líderes dos partidos da base aliada e do governo na ALEPA. Este instrumento que é usado em todos os governos bem sucedido, não foi executado, como um estilo de governo, e que traduz a ausência do exercício cotidiano da governança.


Pelo contrário, o governo sequer constituiu um conselho petista, formado pelo presidente estadual do PT e pelos líderes parlamentares, estadual e federal petista para o aconselhamento pessoal da governadora.


Do ponto de vista da gestão do governo foi outro fiasco. O governo Ana Júlia, leia-se, o secretariado da DS (PMM do B), entregava determinada secretaria a um partido, mas cercava este secretário com assessores DAS (espiões) da Tendência Democracia Socialista- DS, e em seguida, esvaziava orçamentariamente esta secretaria, a exemplo do que fizeram com a Secretaria de Obras Públicas-SEOP, entregue ao PMDB. Ou seja, o governo Ana jamais entregou uma secretaria de “porteira fechada” ao partido aliado.


Em síntese, Ana Júlia distribuiu cargos, mas jamais socializou com os partidos da base aliada a gestão do governo estadual. Com esta postura a DS funcionou como uma organização Kamicase que implodiu a base parlamentar do governo estadual, assim como fragmentou toda a base partidária, especialmente o PMDB, que sustentava o governo Ana Júlia. Enfim, uma aula de ingenuidade política, incrementada sob os auspício da arrogância e da grosseria na condução do governo. Um verdadeiro fiasco político e administrativo.


Os homens de ouro da “DS” achavam que poderiam repetir no plano estadual, o que o prefeito Duciomar fez no plano municipal nas eleições de 2008, em Belém. Achavam que bastaria, nos últimos seis meses de gestão, usar as máquinas de governo federal e estadual, assim como montar um exército de boca de urna “pagos”, e o povo do Pará aderiria ao candidato do governo com base no Pork Barrel. Ledo engano, 5 milhões de eleitores, distribuídos em 143 municípios, na dimensão rural/urbana, não foram "atingidos" com obras e serviços pré-eleitoral. Adios ingênuos.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

A Derrota de Ana Júlia: Governo com obras e sem marketing é derrotado...

Não podemos afirmar que Ana Júlia não teve obras concluídas em seu governo 2007/2010. Na verdade Ana Júlia teve papel importantes nas decisões do governo federal em realizar obras estruturantes no estado , tais como: Eclusas de Tucurui, início da pavimentação asfáltica da BR 163 ( Santarém-Cuiabá) , na implantação do Pólo de Biodiesel no nordeste paraense, assim como na criação da Universidade Federal do Oeste do Pará.
Também podemos considerar como iniciativas importantes do governo petista: Implantação do Navega Pará, instalação dos Parques Tecnológicos em Belém e Marabá, A Bolsa Trabalho e as obras em final de mandato: o viaduto Daniel Berg e a Avenida Dalcídio Jurandir (prolongamento da avenida Independência).


Isto posta, pergunto. Qual a variável que explica a reeleição de Almir Gabriel em 1998, em confronto com a super candidatura de Jáder Barbalho, num contexto onde Almir Gabriel não tinha inaugurado nenhuma obra de visibilidade pública? Respondo, foram duas variáveis centrais: direção política estratégica de governo e a correspondente política de comunicação e propaganda, dirigida pela secretaria de comunicação.


Lembremos, Almir Gabriel recebeu o governo do Pará com salários do funcionalismo atrasado há 3 meses, além disso este governador teve de demitir 30 mil servidores públicos temporários para equilibrar as finanças do Estado. Neste contexto adverso, Almir Gabriel contava com um aliado de peso, o governo FHC.


Pois bem, Almir Gabriel teve uma competente assessoria de comunicação e veio a dividir com FHC a capitalização das obras federais no Pará, a exemplo da Trama Oeste, que levou energia de Tucurui para o oeste do Pará, além de surfar na reeleição e popularidade de um governo federal que controlaria, em longo prazo, a inflação em nosso país. Ou seja, neste contexto, Almir, com baixa rejeição eleitoral, surfou na onda de reeleição de FHC em 1998.
Por outro lado, o núcleo duro de Ana Júlia, demonstrou como e quando não se tem percepção política do ponto de chegada, na correlação entre direção estratégica de governo e as diretrizes a serem seguidos pelo comando de comunicação política e propaganda de um governo estadual.


Com efeito, assistimos erros grosseiros na assessoria de comunicação do governo estadual. E faço questão de deixar bem claro: não cabe ao secretário de comunicação elaborar estratégia política de governo que deve estar embutida na propaganda, cabe sim, ao núcleo duro de governo, que montado em uma assessoria política de alto nível, deve saber a importância que existe entre realizar uma obra ou serviço e a necessidade de que os 7 milhões de paraenses saibam e compreendam estas obras ou serviços como muito importante. Ou seja, não basta divulgar, tem que haver conteúdo político estratégicos em cada mensagem embutida na propaganda.


Pois bem, assistimos à criação da UFOPA sem qualquer plano der marketing do governo estadual. Sabemos também que Ana Júlia teve um papel decisivo junto ao presidente Lula para que esta universidade viesse para o Pará e não para um outro estado da federação. Não tenho nenhuma dúvida em afirmar que a criação da UFOPA foi a mais importante conquista de Ana Júlia junto ao presidente Lula, nestes 4 anos de governo.


O plano de marketing para a criação da UFOPA, assim como para a BR 163, Transamazônica, Eclusas de Tucurui, Pólo de Biodiesel, deveria ter obedecido a um complexo plano de divulgação que deveria partir da influência da governadora na tomada de decisão de Lula, ordem de serviço, fases intermediárias das obras, até a inauguração de fases de cada obra.


Todas estas propagandas deveriam ser dotadas de conteúdos políticos e com a participação ativa dos atores sociais: partidos, empresariado, trabalhadores, etc. Não basta falar da inauguração de uma obra e mostrar a imagem desta em sua inauguração. Não, é preciso que a população entenda como aquela obra vai lhe trazer algum tipo de benefícios.


Assim, Ana Júlia teve muitas obras e serviço durante o seu quadriênio por realização direta ou por conquista junto ao presidente Lula, mas quando perguntávamos à população porque da rejeição eleitoral à governadora, a resposta era direta: porque não fez nada. É incompetente e assim por diante.


Então podemos afirmar peremptoriamente: Ana Júlia cometeu um pecado mortal, ao escolher para sua assessoria direta, pessoas desprovida de teorias políticas contemporâneas sobre o comportamento eleitoral e o papel de um marketing político, bem estruturado, desde a posse até o fim do mandato de um governante.


Ana perdeu por ter confiado, sem limites, em dirigentes políticos que não dominavam aquilo que Maquiavel chamou de Virtú. Que seria a capacidade de manter a conquista de um governo. Manter o poder em uma sociedade de milhões, exige mais do que vontade e máquina de governo para ganhar uma eleição.Conquistar e manter uma hegemonia política passa pela arte de aglutinação e não, de fragmentação e dispersão. De fato o núcleo duro foi muito mole na queda. Assistimos, estarrecidos, o “enxotamento” político de um governo popular pelo povo do Pará.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Derrota eleitoral de 2010: E Ana Júlia se sentiu-se...vencedora.


Quando a governadora Ana Júlia, ao reconhecer que perdeu a eleição, declarou enfaticamente que se sentia vitoriosa devido aos projetos estruturantes que tinha implantado no estado do Pará, percebi naquele momento que a governadora não fez e possivelmente não fará nenhuma autocrítica, quanto à sua conduta em aceitar a assessoria exclusiva do facciosismo do núcleo duro da DS, tendo como subproduto a derrota eleitoral do PT nas eleições de 2010 no Pará.


Ana Júlia cometeu três pecados mortais quanto a herança transformadora que deve-se esperar quando da passagem de um partido transformador pela direção governativa do estado: Tratar os bens do Estado como se fosse uma coisa pública, participação popular na formulação e controle das políticas públicas e transparência na gestão dos recursos públicos.


Não assisti nenhuma ação enérgica da governadora frente às denúncias substantivas de corrupção durante o seu mandato envolvendo o seu secretariado. Assisti o governo do estado transformar em letra morta o Planejamento Territorial Participativo e não vi nenhuma iniciativa em larga escala que pretendesse implantar uma nova cultura de gastos públicos, pelo contrário acompanhei denúncias seguidas de dispensas de licitação, envolvendo milhões de reais.


Ana cometeu mais três pecados mortais em relação a construção de um governo voltado para evitar homicídios, atender os enfermos e melhorar a qualidade de educação no Pará. Enfim Ana Júlia não governou, objetivamente, para os mais pobres.

Ana Júlia por certo alugou 450 carros em fim de mandato para a polícia, comprou coletes, contratou por concurso centenas de soldados. MAS O GOVERNO Ana Júlia não diminuiu os índices de criminalidade no Pará, e em especial na grande Belém, sabem por que? Porque Ana não teve políticas públicas eficazes para diminuir as taxas de violência, em especial de homicídios. Os equipamentos por si só não diminuem nenhum tipo de violência.


O governo Ana Júlia testemunhou a morte de 300 bebês na Santa Casa, assim como enviou dezenas de pacientes oncológicos para tratamento em São Luis do maranhão. O governo Ana só conseguiu alterar positivamente este quadro, depois de 3 anos de mandato. Ou seja, a imagem que ficou, foi a de total negligência com a questão saúde.


A imagem mais forte da questão educacional no quadriênio 2007/2010 foi a intervenção na Universidade do Estado do Pará- UEPA, que durou 3 anos, após a recusa da governadora em nomear o candidato mais votado. Além logicamente do escândalo dos Kits escolares, que mancharam gravemente a imagem do governo petista no Pará.

Além dos problemas relatados, ocorreram pelo menos mais 15 escândalos, de maiores ou menores proporções durante o governo Ana Júlia, amplamente noticiado pela grande imprensa, sem uma postura dura e drástica por parte da governadora, com vistas a resguardar sua imagem pública.


Então podemos concluir provisoriamente, que o governo Ana Júlia falhou gravemente nos segmentos de saúde, educação e segurança pública. Enfim, centenas de pessoas que morreram assassinadas, poderiam ter sido salvas, caso tivesse sido executadas ações policiais preventivas e repressivas permanentes. Claro, para isso devia-se ter importado tecnologias, já existente no Brasil, a exemplo do que ocorreu em São Paulo, que reduziu os homicídios em 70%. Mesmo sem ter se resolvido os problemas sociais estruturais que determinam a expansão da criminalidade no Brasil.


Imaginem, Ana Júlia, sentir-se vitoriosa, após ter sido derrotada por um exército do PSDB, formado por uma coligação que só dispunha de argumento político oposicionista. Foi a vitória de um exército desarmado contra uma poderosa esquadra dotada de ampla maquinaria política, mas que não tinha o povo em seu favor.

A Derrota de Ana Júlia: A fé messiânica no secretariado executivo da Democracia Socialista-DS

Por que Ana Júlia mostrou-se surda perante os chamamentos oriundos do PT e das pessoas mais próximas?

O desenho de um governo que cometia erros centrais parecia muito claro para os analistas e para as pessoas que chegaram a estar no entorno da governadora. Por que Ana Júlia foi hipnotizada pelo núcleo duro?


Creio que a primeira resposta é de ordem psicológica. A cultura política sob a qual Ana Júlia foi torneada deu-se sob a batuta do marxismo leninismo, onde as decisões acontecem de cima para baixo, onde a hierarquia, formada a partir dos elementos mais capacitados e experientes dá a palavra final, em qualquer evento político.


Foi neste clima que Ana Júlia foi formada politicamente e no qual construiu sua cultura política. Era a executiva, ou o secretariado, normalmente formado por até 5 pessoas que tomavam as decisões centrais. Foi este modelo que Ana Júlia implantou no seu entorno. Um secretariado formado por Maurílio ( o chefe mor), Marcílio, Puty e Carlos Botelho.
Creio que o grande problema deste secretariado foi a lente com que enxergavam as ações do governo, dos partidos aliados, da base parlamentar, assim como a percepção que a população tinha do governo.


Creio que foi a lente, de conteúdo marxista leninista, quem embotou a percepção da realidade, por parte do secretariado político da governadora Ana Júlia. Vejamos como o mundo político é percebido pela lente marxista leninista. Notem bem: o secretariado jamais admitirá que usa esta lente, mas as práticas de governo, denunciam a visão de mundo que este secretariado usou no comando do governo Ana Júlia.


Vejamos o mundo político sob a ótica de um senso comum marxista leninista: 1- O objetivo primeiro do secretariado é a conquista da hegemonia política para a DS, no contexto das disputas entre as tendências internas do PT. Assim s pequena Democracia Socialista- DS- controlou sozinho 40% do governo em detrimento do PT, que só controlou 30% do governo.


2- Relação utilitária com os partidos aliados, que deveriam receber cargos e não parcela do poder de comando político do governo. O objetivo final era deixar os demais partidos desidratados no quadriênio, o sonho final deste secretariado leninista era liquidar com o poder dos demais partidos. O núcleo racional deste tipo de constructo é o uni partidarismo, indo em direção do uni- tendencismo. Este tipo de prática política chamamos em ciência política de facciosismo, ao estilo sartoriano.


3- Visão instrumental e totalmente negativa do papel do parlamento em uma democracia. A ação do governo deveria ser em duplo sentido: desmoralizar os parlamentares, tanto da oposição como da base aliada, e de outro desmoralizar o parlamento como instituição, o objetivo final da racionale marxista leninista é implodir o parlamento e progressivamente implantar modalidades de democracia conselhista. Aliás, neste aspecto, o secretariado de Ana Júlia, foi totalmente incompetente com sua ideologia, chegando em nível de exterminar o recém nascido Planejamento Territorial Participativo.


4- Os resultados negativos progressivamente obtidos pelo governo Ana Júlia e a obstinação em não aceitar ou não admitir a avaliação de que o governo ia muito mal nos autoriza a afirmar que Ana Júlia e seu secretariado habitavam um mundo paralelo e fantasioso impulsionado por lentes que emitiam sinais que só os seus cérebros do secretariado da DS captavam. Enfim, as lentes marxista-leninistas usadas para enxergar o mundo usada por Ana Júlia e seu secretariado embotaram a percepção de uma realidade candente para todos os observadores.


5- Muitos poderão dizer. Mas o Marcílio é doutor, e o Maurílio possui o título de mestre. Eu responderia, ambos tem pós graduação strictu senso em planejamento, meio ambiente e estudos dos trópicos úmidos. Os ensinamentos de política deste núcleo dirigente foi o resultado das experiências práticas no sectário movimento estudantil dos anos de 1980, embasados pelos manuais do marxismo leninismo dos gloriosos anos vividos na Organização Comunista Democracia Proletária e na Força Socialista. E estes ensinamentos. Sequer dialogam com as formulações gramscistas dos anos 30 do século XX.


Em síntese, o mundo captado pelas lentes do secretariado político de Ana Júlia pode ser uma das fontes explicativas para entendermos como o governo Ana Júlia foi conduzido ao precipício, sob os alertas dos amigos e aliados, porém a rota não foi alterada, porque o secretariado da DS não enxergou uma realidade cristalina aos olhos de todos os observadores.


Enfim, Ana Júlia, ao dar poder cego e ilimitado ao secretariado da DS, em detrimento do PT e dos partidos aliados, tornou-se sócia e autora deste desastre político no Pará.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eleições 2010: votação por municípios

Quer ver a disputa para o governo do Pará , no segunto turno, por municípios? então clique aqui

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Pesquisa LCP/UFPA/Veritate: Juiza indefere pedido de impugnação

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PROCESSO: RP Nº 217352 - Representação UF: PA TRE
Nº ÚNICO: 217352.2010.614.0000
MUNICÍPIO: BELÉM - PA N.° Origem:
PROTOCOLO: 197312010 - 27/10/2010 08:46
REPRESENTANTE(S): COLIGAÇÃO MAJORITÁRIA FRENTE POPULAR ACELERA PARÁ e ANA JÚLIA DE VASCONCELOS CAREPA
ADVOGADO: CLÁUDIO RONALDO BARROS BORDALO
REPRESENTADO(S): VERITATE - INSTITUTO DE PESQUISA GESTÃO E MERCADO
ADVOGADO: .
REPRESENTADO(S): FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO PARÁ
ADVOGADO: .
RELATOR(A): JUÍZA MARIA DO CÉO MACIEL COUTINHO
ASSUNTO: ELEIÇÕES GERAIS 2010 - REPRESENTAÇÃO - IMPUGNAÇÃO - PESQUISA ELEITORAL - ALEGAÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DAS REGRAS DE REGISTRO DA PESQUISA - PROIBIÇÃO DA DIVULGAÇÃO DA PESQUISA IMPUGNADA - REGISTRADA EM 11/09/2010 SOB O PROT.19.569/2010/TRE/PA - PEDIDO DE CONCESSÃO DE LIMINAR
LOCALIZAÇÃO: CPRO-COORDENADORIA DE PROCESSAMENTO
FASE ATUAL: 27/10/2010 19:52-Registrado Decisão Liminar de 27/10/2010. Indeferida


Andamento Distribuição Despachos Decisão Petições Todos

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Artigo: As disputas para o governo do Pará na República de 1946

Quer ver um artigo sobre as disputas para o governo do Pará na República de 1946? Então clique aqui

Artigo: As disputas para o Executivo do Pará

Quer ver um artigo sobre as disputas para o governo do Pará no Pós Ditadura de 1964? então clique aqui

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

PT – PSDB: diferenças e aproximações bem pontuadas

No período imperial brasileiro, dois partidos disputavam a direção política do Estado. A diferença entre eles não era de matiz política ou ideológica, mas em relação à configuração do Estado. Os Conservadores, tendo à frente o visconde do Uruguai, defendiam um Estado centralizado e os Liberais, tendo à frente Tavares Bastos defendiam um Estado descentralizado.


Hoje a bipolarização da política nacional se dá entre dois grandes blocos: o liberalismo social do PSDB e o social liberalismo do PT. O que os une e o que os separa?


Pontos de unidade:


Convergência pelo Estado de Direito Democrático
Experiência comum com escândalos de corrupção
Opção por uma estratégia política social reformista
Afirmação da opção institucional para a conquista de governo
Ambos são pragmáticos no terreno partidário, aceitam apoio até da direita ideológica
Ambos convivem bem com estatizações e privatizações. Diferem apenas nas ênfases dado, a cada uma delas.


Pontos de separação:
A opção do PSDB entre o controle do déficit público e a redistribuição de renda, opta pelo controle do déficit.


A opção do PT entre o controle do déficit público e a redistribuição de renda. Opta pelo meio termo. Ajusta parcialmente mecanismo de controle do déficit , mas não abre mão da política redistributiva.


Frente à uma crise de origem externa ou interna, a receita que vem à cabeça dos técnicos do PSDB é: diminuir gastos do Estado através da diminuição dos gastos sociais, arrocho salarial e privatizações.


Frente à uma crise de origem externa ou interna, a receita que vem à cabeça do PT é: ampliação da concessão de créditos para mover a economia, aumento das exportações e ampliação do investimento do governo em empresas públicas.


Em síntese: a separação entre PT e PSDB se dá nas receitas frente às crises e em visões diferenciadas sobre o papel do Estado na economia.


PT/PSDB convergem ao centro dentro do espectro ideológico brasileiro. Esta tendência deve-se ao perfil do congresso nacional, que é em 70% de sua composição, de centro-direita.


Nestes partidos já não existem as velhas paixões socialistas que animaram as gerações até a década de 1990 do século XX. Portanto, quem ainda nutre paixões ideológicas por estas duas agremiações partidárias está dando murro em ponta de faca.


Estes partidos em nada inovaram a gestão pública, na participação popular e nem construíram uma cultura republicana na política brasileira.


São dois partidos democratas. E isto é muito bom para a democracia brasileira.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Eleições-2010: Resumo-resultados por Microrregiões

Microrregião Belém: Belém e Ananindeua, Barcarena, Benevides, Marituba e Santa Bárbara.

Total Microrregião Belém:
Jatene: 520.865
Ana: 369.234
Juvenil: 101.149
F.Carneiro: 71.309
Cleber: 34.013


Meso- Nordeste:
Microrregião Castanhal: Castanhal, Bujarú, Inhangapí, Isabel do Pará, Santo Antônio do Tauá.
Total Microrregião Castanhal:
Jatene: 84421
Ana: 38.584
Juvenil: 14.831
F.Carneiro: 4.451
Cleber: 1.181


Nordeste do Pará:
Microrregião Salgado: Colares, Curuçá, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanin, Salinópolis
Colares:


Total: Meso-Nordeste- Microrregião Salgado:
Jatene: 69.725
Ana: 45.521
Juvenil: 22.569
F.Carneiro: 1.897
Cleber: 541


Mesorregião Marajó: Portel, Bagre, Gurupá, Melgaço.
Total: Microrregião Portel:
Jatene: 21.123
Ana: 17.286
Juvenil: 3.359
F.Carneiro: 373
Cleber: 45


Marajó- Microrregião Furos de breves: Breves, Afuá, Anajás, Curralinho, São Sebastião da B.Vista.
Total: Microrregião Breves:
Jatene: 41.269
Ana: 30.762
Juvenil: 7.308
F.Carneiro: 1.045
Cleber: 151


Marajó: Microrregião Arari : Cachoeira do Arari, Chaves,Muaná,Ponta de Pedras, Salvaterra, Santa Cruz do Arari e Soure.
Total: Marajó- Microrregião Arari:
Jatene: 28.432
Ana: 35.012
Juvenil: 7.588
F.Carneiro: 752
Cleber: 373



Mesorregião Baixo Amazonas-0 Microrregião Óbidos: Óbidos, Faro, Juruti, Oriximiná e Terra Santa.
Total: Mesorregião Baixo Amazonas- Microrregião Óbidos.
Jatene: 32.249
Ana: 40.509
Juvenil: 5.735
F.Carneiro: 923
Cleber: 143



Mesorregião Baixo Amazonas- Microprregião Santarém: Santarém, Alenquer, Belterra, Curuá, Monte Alegre, Prainha, Placas.


Total: Meso Baixo Amazonas- Micro r: Santarém:
Jatene: 122.536
Ana: 67.939
Juvenil: 25.710
F.Carneiro: 8.341
Cleber: 613


Meso-Baixo Amazona- Micror: Almeirim: Almeirim, Porto de Moz
Total: Meso Baixo Amazonas- Micror: Almeirim:
Jatene: 12.381
Ana: 11.098
Juvenil: 2.537
F.Carneiro: 153
Cleber: 23B



Microrregião Bragantina: Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Capanema, Igarapé-Açú, Nova Timboteua, Peixe Boi, Primavera, Quatipuru, Santa Maria do Pará, Santarém Novo, São Francisco do Pará, Traquateua.
Meso Bragantina: Total
Jatene: 94.667
Ana: 76.104
Juvenil: 25.531
F.Carneiro: 2.783
Cleber:1.000



Meso Nordeste: Microrregião Tocantina: Cametá, Abaetetuba, Baião, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajurú, Mocajuba, Oeiras do Pará.
Total Meso Nordeste-Micro-Cametá:
Jatene: 98.089
Ana: 110.894
Juvenil: 7.493
F.Carneiro: 2.597
Cleber:609



Mesorregião Nordeste- Microrregião: Tome-açú: Acará, Concórdia do Pará, Mojú, Tailândia, Tomé-Açú.
Total: Meso Nordeste- Micro- Tomé-Açú:
Jatene: 59.313
Ana: 45.117
Juvenil: 13.265
F.Carneiro: 838
Cleber:508



Mesorregião Nordeste- Microrregião: Guamá: Cachoeira do Piriá, Capitão Poço, Garrafão do Norte, Irituia, Mãe do rio, São Domingos do Capim, São Miguel do Guamá,Vizeu, Aurora do Pará, Ipixuna do Pará, Nova Esperança do Piriá, Santa Luzia do Pará.
Total - Meso Nordeste- Micro- Guamá:
Jatene: 93.459
Ana: 71.083
Juvenil: 18.037
F.Carneiro: 1.692
Cleber:324



Microrregião Tucurui: Tucurui,Itupiranga, Jacundá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento, Breu Branco:
Total : Meso Sudeste- Microrregião Tucurui:
Jatene: 77.473
Ana: 54.326
Juvenil: 12.496
F.Carneiro: 1.999
Cleber:316



Meso Sudeste- Microrregião Paragominas: Paragominas, Bpm Jesus do Tocantins, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Abel Figueiredo, Goianésia do Pará, Ulianópolis:
Total: Meso Sudeste- Microrregião Paragominas:
Jatene: 61.292
Ana: 38.210
Juvenil: 13.692
F.Carneiro: 888
Cleber:225



Mesorregião Sudeste: Microrregião São Félix do Xingú: São Félix do Xingú, Ourilândia do Norte,Tucumã, Cumaru do Norte, Bannach.
Total: Meso Sudeste- Microrregião: São Félix do Xingu:
Jatene: 23.875
Ana: 20.606
Juvenil: 3.368
F.Carneiro: 246
Cleber:82



Mesorregião Sudeste- Microrregião Parauapebas: Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás, Água Azul do Norte, Eldorado do Carapás.
Total - Meso Sudeste- Microrregião Parauapebas:
Jatene: 48.053
Ana: 33.232
Juvenil: 12.940
F.Carneiro: 2.186
Cleber:377



Mesorregião Sudeste- Microrregião Marabá: Marabá, Brejo Grande do Araguaia, São João do Araguaia, Palestina do Pará, São Domingos do Araguaia.
Total : Meso Sudeste- Microrregião Marabá:
Jatene: 52.338
Ana: 53.979
Juvenil: 8.495
F.Carneiro: 1.942
Cleber:483



Mesorregião Sudeste- Microrregião Redenção: Redenção, Piçarra, Rio Maria, São Geraldo Araguaia, Xinguara, Pau D’Arco:
Total: Meso-Sudeste- Microrregião Redenção
Jatene: 43.656
Ana: 29.456
Juvenil: 13.996
F.Carneiro: 582
Cleber:152



Mesorregião Sudeste: Microrregião Conceição do Araguaia: Conceição do Araguaia, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Floresta do Araguaia:
Total: Meso Sudeste- Microrregião Conceição do Araguaia:
Jatene: 19.658
Ana: 19.338
Juvenil: 8.025
F.Carneiro: 258
Cleber:74



Mesorregião Sudoeste: Microrregião Itaituba, Microrregião Altamira:
Total: Meso Sudoeste- Micro Itaituba:
Jatene: 53.518
Ana: 33,235
Juvenil: 12.778
F.Carneiro: 852
Cleber:184



Mesorregião Sudoeste – Microrregião Altamira: Altamira, Anapú, Medicilândia, Pacajá. Senador José Porfírio, Uruará, Brasil Novo, Vitória do Xingu.
Total: Meso Sudoeste – Microrregião Altamira:
Jatene: 36.512
Ana: 26.783
Juvenil: 24.986
F.Carneiro: 945
Cleber:101

UFPA: Resposta a um anônimo covarde

Não gosto de falar de querelas intestinas, mas vou abrir uma exceção e abrir e fechar este debate, pois relaciona-se à minha vida nestes 30 anos de UFPA (1980/2010), sem me ausentar institucionalmente desta, sequer um dia. Tomo esta iniciativa por entender que uma versão caluniosa pode estar circulando na UFPA de forma covarde e escondida sobre a minha vida e o meu caráter.

Vamos aos fatos:


Nos debates em torno de minhas análises políticas contextuais no curso das eleições de 2010, procurei demonstrar que busco ser imparcial, cosmopolita e republicano. De repente, não mais do que de repente, entrou de contrabando uma postagem extemporânea, que nada tinha a ver com os debates em torno da sucessão estadual, mas que retrata uma postagem amargurada e que denota uma avaliação lunática sobre minha trajetória política e acadêmica na UFPA.


Veja a postagem que recebí.


" Jamais serás cosmopolita, muito menos republicano, não tens história que comprove esta "tendência" pessoal. Antes, sempre fostes oportunista, manipulador, enganador, fascista. Tuas atuações na política universitária apontam esta "tendência", que eu diria ser "vício estrutural" de personalidade. Fostes beneficiado- isto sim- com iniciativas republicanas na institutição que te proporcionaram o título que tens e que usas contra aqueles que te ajudaram. Cospes no prato que comestes. Conspiras, nos bastidores da UFPA, por politicalhas e interferências indevidas do poder central (a exemplo da sucessão no IFCH), o que nega toda a tua pretensão de "republicano". És exatamente o contrário: parcial, antidemocrático e provinciano".


Vamos à resposta à esta postagem intrinsicamente megalomaníaca e esquizofrênica:


1- Militei ativamente entre 1980 e 1985, em partidos clandestinos na luta por democracia no Brasil. Oportunismo seria militar na TFP, ARENA, PDS, ou simplesmente não se engajar na luta política contra a Ditadura. Somente me filiei em um partido legal, o PT, jamais apoiei ou participei de partidos de centro ou de direita. Pelo que sei, isto não consolida uma prática oportunista.

2- Entrei na UFPA por vestibular, passei no mestrado e doutorado, através de concursos. Entrei como docente através de concurso público, pela área de saúde ( disciplina: Ciências Sociais aplicada à Saúde, já como doutor), sem nenhuma interferência externa. Como professor substituto fui aprovado através de concurso público, e em primeiro lugar, no curso de Ciência Política.

3- Este anônimo covarde , fala que eu fui beneficiado por iniciativas republicanas para obter meus títulos. Mas o Estado Brasileiro é hoje constitucionalmente republicano, não somente eu, mas todos os graduados da UFPA que fizeram mestrado e doutorado, o fizeram através de concurso público e com verba do MEC, CNPq e CAPES. Portanto não foi nenhum reitor que inventou os concurso públicos na UFPA, mas a constituição federal.

4- Este anônimo covarde, fala que eu cuspo no prato que comí. Mas quem foi que deu prato para eu comer? Vejamos: eu participei ativamente apoiando as eleições e vitórias de muitos reitores na UFPA: Lourenço, Nilson, Ximenes e duas vezes Alex Fiúza. E participei levando minha liderança, quando estava no DCE e Centro Acadêmico e ASUFPA. Eu era um dos líderes do maior grupo de estudante, e depois do grupo de funcionários majoritários politicamente na UFPA . Hoje ajudo com tecnologia de pesquisas e estratégias eleitorais, além de ajudar a aglutinar dezenas de amigos, que militaram comigo por mais de 15 anos na UFPA.


5- Só ocupei cargo no período de 1993/1997, na gestão Ximenes. Daí por diante jamais ocupei cargos de confiança na UFPA. Como funcionário público, atuei como Cirurgião Dentista por 10 anos na UFPA, sendo readaptado e deslocado das atividades clínicas, pela perícia médica, por causa de grave patologia na coluna cervical. Como dentista, nunca atuei em consultório privado, sempre atuei em saúde coletiva, que é a parte política da odontologia, onde sou pósgraduado. A Ciência Política é multidisciplinar, e como tal, qualquer graduado pode se candidatar ao mestrado. Para ser cientista político só é preciso ter talento e passar nas seleções públicas anuais.

6- Ultimamente ajudei, muito fortemente na eleição do reitor Alex em 2001, que havia passado 08 anos fora da UFPA, fazendo Doutorado e pós-Doutorado. Nesta eleição ajudei a aglutinar dezenas de lideranças de funcionários e estudantes para a judar na luta contra a situação representada pela gestão 1997/2001. Nenhum oportunista apóia oposição contra a situação. Em 2005, a eleição foi mais fácil e apenas ajudei nas atividades de pesquisa e estratégia eleitoral, além de aglutinar meus amigos dos movimentos sociais da UFPA.


7- Após apoiar incondicionalmente a gestão Alex de 2001/2005 e 2005-2009, vim novamente a apoiar um candidato de oposição, desta vez ajudei na candidatura Carlos Maneschy. Oportunista não apóia oposição, quando o reitor da situação, Alex, dispunha de 90% de avaliação positiva.


8- Nestes oito anos de Alex , caso eu venha fazer um balanço de quem ajudou quem, posso dizer com toda a convicção, ajudei mais do que recebí, principalmente quando este chegou da pós-graduação, estando fora do circuito público por quase uma década. Aliás , o que eu teria recebido de benesses pessoal da gestão Alex? Apoei Alex sem pedir nada em troca, e oportunista não tem esta postura. Aliás, avalio que Alex foi um grande reitor, realizador. Ajudei a construir a UFPA ao apoiar Alex, Lourenço, Nilson e Ximenes e não me arrependo destas decisões. Agora sei perfeitamente que se eu e meus amigos tivéssemos apoiado a candidatura lançada por Alex em 2008, esta teria sido vitoriosa na última disputa para a reitoria.


9- Quanto à referida interferência no processo sucessório do IFCH, nada mais falso. Participei do processo sucessório do IFCH porque sou docente deste instituto e tenho todo o direito de fazê-lo. Mas devo informar ao anônimo covarde, que eu fui um defensor, até último momento, de uma chapa conjunta com o atual Diretor João Márcio, esta pretensão perdeu força com o episódio da anulação do vestibular da UFPA. Maneschy nunca se envolveu na sucessão do IFCH, os Pró-Reitores F. Arthur e Tourinho, sim, particparam da disputa eleitoral. Mas estes Pró-Reitores são docentes do IFCH e tem todo o direito de se envolver nas disputas acadêmicas e políticas do IFCH.

Tenho dito.

Edir Veiga- Prof. Dr. Concursado do PPGCP/IFCH/UFPA.

domingo, 10 de outubro de 2010

ELEIÇÕES 2010:ESCLARECIMENTOS DO INSTITUTO VERITATE À COMUNIDADE ACADÊMICA E AO PÚBLICO EM GERAL.

Eu venho aqui perante você leitor, apresentar algumas informações para que você tenha parâmetros para entender as criticas que foram dirigidas ao Instituto Veritate, que está fazendo parcerias com o Programa de Pós-graduação em Ciência Política da UFPA nas eleições de 2010 por alguns concorrentes, mesmo que eles tenham pouca credibilidade e modesto poder de comunicação, mesmo assim, iremos repor a verdade.


Em defesa direta de um concorrente do “Veritate”, o blog do “barata” disse que a pesquisa deste concorrente o - Instituto Acertar- do sociólogo Américo Canto, foi a única que acertou nesse primeiro turno das eleições; Disse que no final dos anos noventa. do século XX, o Veritate saiu fugido do Amapá por conta de erros em suas pesquisas; Disse que a pesquisa que realizamos em conjunto com o Laboratórios da Pós-Graduação em Ciência Política não é séria; Disse que a publicação da pesquisa na capa do Diário do Pará no dia 3 de outubro foi uma articulação política nossa e; Disse outras tantas coisas que eu realmente acho que não vale a pena responder.
Primeiro: A pesquisa apócrifa anuncia o “Acertar” como aquele Instituto que acertou os números do primeiro turno. Na verdade o “Acertar” errou feio. E por que errou?


1º - Porque prevê uma margem de erro de de 2,5% para mais ou para menos num intervalo de confiança de 95% para 2.100 entrevistas quando na verdade essa margem de erro é de 2,1%;


2º - Porque não apresentou os seus números, ao invés disso apresentou intervalos não balizados nem pela sua margem de erro declarada e nem por sua margem de erro real (Exemplo: Simão Jatene entre 39 e 42%! Seria 40%? Seria 41%?)


3º - Porque previu que Simão Jatene teria entre 39 e 42% dos votos considerando os brancos, nulos e abstenções e na verdade o Simão Jatene obteve 46% dos votos (errou entre 4 e 7 pontos, além de qualquer margem de erro);
4º - Porque não sabe se o custo da pesquisa foi 60 ou 80 mil reais (esquisito!);



Segundo: O “ Veritate” nunca errou pesquisa alguma no Estado do Amapá. Nunca! O Veritate se “ausentou” do mercado nos fins dos anos 90 por outro motivo. Sabe qual? Porque o Veritate foi selecionado diretamente pela diretora presidente da TIW (Telesystem International Wireless) para fazer todas, todas as pesquisas de implantação e desenvolvimento da Amazônia Celular nos Estados do Maranhão, Pará, Amapá, Amazônia e Roraima e o seu trabalho foi considerado o melhor trabalho realizado para a TIW no Brasil e os resultados da empresa naquela época proporcionalmente eram um dos melhores entre os 32 países de atuação daquela multinacional e porque o aprendizado naquele trabalho desenvolvido diretamente com os canadenses era tão estimulante e a demanda tão grande e os recursos tão substanciais que realmente foi necessário que a “Veritate” viesse a se ausentar do resto do mercado naquele período.


Terceiro: O Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Pará e o seu Laboratório de Pós-Graduação em Ciência Política é sério, é seriíssimo. As pesquisas realizadas foram planejadas com antecedência de mais de seis meses. E elas foram iniciadas em um momento critico, no qual nenhuma pesquisa havia sido publicada no Pará e o IBOPE acabara de ter a sua pesquisa impugnada liminarmente pela justiça. Nós realizamos a nossa pesquisa sabendo que sofreríamos todo o tipo de pressão para não fazê-la, sabendo que contra a nossa pesquisa também seria tentado a impugnação, como foi. Mas a impugnação liminar contra a nossa pesquisa foi indeferida pela justiça.


Nós realizamos o nosso trabalho com todo o rigor científico, ético e legal. O nosso trabalho estava (e está) preparado para qualquer auditagem sobre os dados. Temos todos os nomes, endereços e muitos telefones de 1.581 pessoas que responderam a primeira pesquisa e de 1607 pessoas que responderam a segunda pesquisa nos 36 municípios para testemunhar.


Agora veja ou resultado da pesquisa comparando com o resultado das urnas


Votos absolutos de 3 de outubro tre-pa

Percentual de votos 3 de outubro incluindo os Brancos e Nulos- comparados com a pesquisa LCP/UFPA/Veritate de 24 a 28 de setembro.


PPGCP/VERITATE em 24/28 de setembro

Diferença entre os votos de 3 de outubro e o resultado da pesquisa LCP?Veritate


Simão Jatene- 1.720.631(votos) 45,8%(TRE) 45,5%(Pesquisa)diferença-0,3%
Ana Júlia -1.267.981(votos) 33,8%(TRE) 24,6% (Pesquisa)diferença 9,2%
Juvenil 380.331(votos) 10,1%(TRE) 8,6%(pesquisa)diferença -1,5%
Fernando Carneiro 107.102(votos) 2,9%(TRE) 1,8%(Pesquisa)diferença- 1,1%
Claber Rabelo- 41.514(votos) 1,1%(TRE) 1,2%(pesquisa)diferença -0,1%
Nenhum/Branco/Nulo- 237.113 6,3%(TRE) 18,3%(pesquisa) diferença-12%
TOTAL 3.754.672 100,0% 100,0% 0,0%

Observem que a difença fora da margem do erro se dá no percentual de indecisos. Nossa pesquisa detectou 18% até o dia 28 de setembro. No dia 03 este percentual caiu para 6%. Ana Júlia cresceu sobre os 12% que deixaram a indecisão entre os dias 28 e 03 de outubro. Destes 12% Ana Júlia conquistou 9.2%. Nenhuma pesquisa realizada até 28 de setembro pode captar a conquista de indecisos a partir da mobilização de boca de urna nos últimos dias (entre 29 de setembro e 03 de outubro) que antecederam esta eleição.


Quarto: Nós não dispomos de nenhum meio de comunicação de massa para a divulgação dos resultados de nossa pesquisa, portanto, nós apresentamos os nossos resultados em seminários do Laboratório e convidamos a todos os meios de comunicação, todas as principais televisões, jornais e rádios para o evento no qual entregamos CDs com o caderno completo da pesquisa em PDF e entregamos estes mesmos CDs para todos os interessados que participaram dos eventos. A forma e o dia da divulgação desses resultados pelas mídias não é de nosso controle, nós apenas as enviamos e não tivemos controle sobre quando estes meios as divulgariam;
Bem gente, eu não posso ficar aqui tentando responder as mais absurdas acusações, mas acredito que expus o suficiente para você entender que essas acusações que nos são feitas são levianas e de motivações ilegítimas e inconfessáveis.
Informo ainda que já constituímos advogado para processar judicialmente os que tentaram causar dano de imagem ao Veritate.
Nós continuaremos nos esforçando para dar o melhor, de forma ética e legitima.
Atenciosamente,

Vladimir Araujo
Diretor Presidente do Veritate Pesquisa de Opinião e Mercado e Estudante do Mestrado de Ciências Política da UFPA.

Eleições para governador Pará- 2010: Resultado por Meso e Microrregião

Eleições 2010: Primeiro Turno por Microrregiões.


Mesorregião Metropolitana-Belém


Microrregião Belém: Belém, Ananindeua,Barcarena, Benevides, Marituba, Santa Bárbara.

Belém:
Jatene 367.418
Ana Júlia: 266.826
Juvenil: 56.707
F.Carneiro: 53.586
Cleber: 22.951

Ananindeua
Jatene: 91.051
Ana Júla: 57.905
Juvenil: 32.240
F.Carneiro: 13.233
Cléber: 8.404


Barcarena:
Jatene: 24.097
Ana: 18.149
Juvenil: 2.802
F.Carneiro: 1.783
Cleber: 946

Benevides:
Jatene: 12.240
Ana: 7.987
Juvenil: 2.990
F.Carneiro: 636
Cleber: 421

Marituba:
Jatene: 21.149
Ana: 14.771
Juvenil: 5.658
F.Carneiro: 1.843
Cleber: 1.177

Santa Bárbara:
Jatene: 4.910
Ana: 3.596
Juvenil: 752
F.Carneiro: 188
Cleber: 110

Total Microrregião Belém:
Jatene: 520.865
Ana: 369.234
Juvenil: 101.149
F.Carneiro: 71.309
Cleber: 34.013




Microrregião Castanhal: Castanhal, Bujarú, Inhangapí, Santa Isabel do Pará, Santo Antônio do Tauá
Castanhal:
Jatene: 53.502
Ana: 18.709
Juvenil: 6.592
F.Carneiro: 3.339
Cleber: 469


Bujarú:
Jatene: 5.684
Ana: 5.285
Juvenil: 767
F.Carneiro: 184
Cleber: 177


Inhangapí:
Jatene: 3.138
Ana: 1.540
Juvenil: 1.014
F.Carneiro: 92
Cleber: 08


Santa Izabel do Pará:
Jatene: 14.579
Ana: 8.831
Juvenil: 3.344
F.Carneiro: 622
Cleber: 413


Santo Antônio do Tauá:
Jatene: 7.518
Ana: 4.218
Juvenil: 4.114
F.Carneiro: 214
Cleber: 114


Total Microrregião Castanhal:
Jatene: 84421
Ana: 38.584
Juvenil: 14.831
F.Carneiro: 4.451
Cleber: 1.181



Nordeste do Pará:
Microrregião Salgado: Colares, Curuçá, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanin, Salinópolis


Colares:
Jatene: 2.211
Ana: 2.868
Juvenil: 1.229
F.Carneiro: 86
Cleber: 62



Curuçá:
Jatene: 10.534
Ana: 7.503
Juvenil: 1.246
F.Carneiro: 227
Cleber: 52

Magalhães Barata:
Jatene: 1.395
Ana: 3.432
Juvenil: 340
F.Carneiro: 28
Cleber: 25


Maracanã:
Jatene: 6.853
Ana: 4.500
Juvenil: 4.402
F.Carneiro: 190
Cleber: 63


Marapanin:
Jatene: 10.053
Ana: 4.051
Juvenil: 1.425
F.Carneiro: 192
Cleber: 53


Salinópolis:
Jatene: 12.142
Ana: 5.288
Juvenil: 1.897
F.Carneiro: 521
Cleber: 77


Total: Meso-Nordeste- Microrregião Salgado:
Jatene: 69.725
Ana: 45.521
Juvenil: 22.569
F.Carneiro: 1.897
Cleber: 541




Total : Meso Nordeste- Microrrregião Salgado:

Jatene: 69.725
Ana: 45.521
Juvenil 22.569
F.Carneiro: 1.897
Cleber: 541



Mesorregião Marajó: Portel, Bagre, Gurupá, Melgaço.


Portel:
Jatene: 9.191
Ana: 5.632
Juvenil: 2.405
F.Carneiro: 222
Cleber: 18


Bagre:
Jatene: 3.369
Ana: 2.967
Juvenil: 289
F.Carneiro: 46
Cleber: 16


Gurupá:
Jatene: 4.027
Ana: 6.456
Juvenil: 438
F.Carneiro: 65
Cleber: 07


Melgaço:
Jatene: 4.536
Ana: 2.231
Juvenil: 227
F.Carneiro: 40
Cleber: 04


Total: Microrregião Portel:
Jatene: 21.123
Ana: 17.286
Juvenil: 3.359
F.Carneiro: 373
Cleber: 45


Marajó- Microrregião Furos de breves: Breves, Afuá, Anajás, Curralinho, São Sebastião da B.Vista.


Breves:
Jatene: 19.354
Ana: 10.222
Juvenil: 2.845
F.Carneiro: 600
Cleber: 78



Afuá:
Jatene: 6.625
Ana: 4.082
Juvenil: 2.436
F.Carneiro: 106
Cleber: 05


Anajás:
Jatene: 6.346
Ana: 3.222
Juvenil: 645
F.Carneiro: 108
Cleber: 05


Curralinho:
Jatene: 4.318
Ana: 6.270
Juvenil: 914
F.Carneiro: 136
Cleber: 32


São Sebastião da Boa Vista:
Jatene: 4.626
Ana: 6.966
Juvenil: 468
F.Carneiro: 95
Cleber: 31


Total: Microrregião Breves:
Jatene: 41.269
Ana: 30.762
Juvenil: 7.308
F.Carneiro: 1.045
Cleber: 151



Marajó: Microrregião Arari : Cachoeira do Arari, Chaves,Muaná, Ponta de Pedras, Salvaterra, Santa Cruz do Ararí, Soure.


Cachoeira do Arari.
Jatene: 3.437
Ana: 6.365
Juvenil: 1.167
F.Carneiro: 116
Cleber: 72


Chaves:
Jatene: 2.661
Ana: 2.954
Juvenil: 1.136
F.Carneiro: 08
Cleber: 09



Muaná:
Jatene: 5.431
Ana: 7.406
Juvenil: 1.320
F.Carneiro: 97
Cleber: 27


Ponta de Pedras:
Jatene: 5.418
Ana: 5.372
Juvenil: 733
F.Carneiro: 200
Cleber: 86



Salvaterra:
Jatene: 5.923
Ana: 4.344
Juvenil: 854
F.Carneiro: 113
Cleber: 100



Santa Cruz do Ararí:
Jatene: 1.613
Ana: 2.372
Juvenil: 158
F.Carneiro: 27
Cleber: 04



Soure:
Jatene: 3.949
Ana: 6.199
Juvenil: 2.220
F.Carneiro: 190
Cleber: 75



Total: Marajó- Microrregião Arari:
Jatene: 28.432
Ana: 35.012
Juvenil: 7.588
F.Carneiro: 752
Cleber: 373


Mesorregião Baixo Amazonas-0 Microrregião Óbidos: Óbidos, Faro, Juruti, Oriximiná, Terra Santa


Óbidos:
Jatene: 7.151
Ana: 13.544
Juvenil: 1.209
F.Carneiro: 266
Cleber: 55


Faro:
Jatene: 1.225
Ana: 1.710
Juvenil: 1.055
F.Carneiro: 22
Cleber: 02


Jurutí:
Jatene: 7.810
Ana: 9.936
Juvenil: 558
F.Carneiro: 164
Cleber: 08


Oriximiná:
Jatene: 12.968
Ana: 13.169
Juvenil: 946
F.Carneiro: 411
Cleber: 73

Terra Santa:
Jatene: 3.095
Ana: 2.150
Juvenil: 1.967
F.Carneiro: 60
Cleber: 05


Total: Mesorregião Baixo Amazonas- Microrregião Óbidos:
Jatene: 32.249
Ana: 40.509
Juvenil: 5.735
F.Carneiro: 923
Cleber: 143


Mesorregião Baixo Amazonas- Microprregião Santarém: Santarém, Alenquer, Belterra, Curuá, Monte Alegre, Prainha, Placas.


Santarém:
Jatene: 80.357
Ana: 36.296
Juvenil: 13.731
F.Carneiro: 7.299
Cleber: 501


Alenquer:
Jatene: 12.348
Ana: 9.385
Juvenil: 1.602
F.Carneiro: 481
Cleber: 42


Belterra:
Jatene: 3.374
Ana: 3.965
Juvenil: 1.094
F.Carneiro: 116
Cleber: 19


Curuá:
Jatene: 2.255
Ana: 3.753
Juvenil: 247
F.Carneiro: 87
Cleber: 03


Monte Alegre:
Jatene: 15.960
Ana: 7.905
Juvenil: 6.126
F.Carneiro: 295
Cleber: 36


Prainha:
Jatene: 7.074
Ana: 4.115
Juvenil: 2.181
F.Carneiro: 41
Cleber: 09


Placas:
Jatene: 4.168
Ana: 2.520
Juvenil: 729
F.Carneiro: 22
Cleber: 03


Total: Meso Baixo Amazonas- Micro r: Santarém:
Jatene: 122.536
Ana: 67.939
Juvenil: 25.710
F.Carneiro: 8.341
Cleber: 613




Meso-Baixo Amazona- Micror: Almeirim: Almeirim, Porto de Moz

Almeirim:
Jatene: 6.815
Ana: 6.560
Juvenil: 1.518
F.Carneiro: 58
Cleber: 17


Porto de Moz:
Jatene: 5.566
Ana: 4.538
Juvenil: 1.019
F.Carneiro: 95
Cleber: 06


Total: Meso Baixo Amazonas- Micror: Almeirim:
Jatene: 12.381
Ana: 11.098
Juvenil: 2.537
F.Carneiro: 153
Cleber: 23B



Mesorregião Bragantina: Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Capanema, Igarapé-Açú, Nova Tiboteua, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru Santa Maria do Pará, antarém Novo, São Francisco do Pará, Traquateua


Augusto Corrêa:
Jatene: 7.680
Ana: 9.515
Juvenil: 3.259
F.Carneiro: 277
Cleber: 56


Bonito:
Jatene: 3.434
Ana: 2.419
Juvenil: 1.092
F.Carneiro: 38
Cleber:15


Bragança:
Jatene: 26.145
Ana: 17.921
Juvenil: 6.774
F.Carneiro: 965
Cleber:446


Capanema:
Jatene: 13.891
Ana: 16.906
Juvenil: 3.242
F.Carneiro: 553
Cleber:184


Igarapé-Açú:
Jatene: 9.645
Ana: 6.683
Juvenil: 2.653
F.Carneiro: 268
Cleber:69


Nova Timboteua:
Jatene: 3.638
Ana: 3.327
Juvenil: 767
F.Carneiro: 106
Cleber:27


Peixe-Boi
Jatene: 2.102
Ana: 1.713
Juvenil: 1.200
F.Carneiro: 88
Cleber:39


Primavera:
Jatene: 3.767
Ana: 1.327
Juvenil: 1.175
F.Carneiro: 51
Cleber:180


Quatipuru:
Jatene: 2.332
Ana: 2.520
Juvenil: 947
F.Carneiro: 70
Cleber:15


Santa Maria do Pará:
Jatene: 7.992
Ana: 3.679
Juvenil: 1.120
F.Carneiro: 121
Cleber:47



Santarém Novo
Jatene: 1.644
Ana: 1.167
Juvenil: 1.382
F.Carneiro: 46
Cleber:13


São Francisco do Pará:
Jatene: 5.365
Ana: 2.735
Juvenil: 604
F.Carneiro: 93
Cleber:31


Traquateua:
Jatene: 7.032
Ana: 6.192
Juvenil: 1.316
F.Carneiro: 107
Cleber:40


Meso Bragantina: Total
Jatene: 94.667
Ana: 76.104
Juvenil: 25.531
F.Carneiro: 2.783
Cleber:1.000


Meso Nordeste: Microrregião Tocantina: Cametá, Abaetetuba, Baião, Igarapé-Miri, Limoeiro do Ajurú, Mocajuba, Oeiras do Pará.


Cametá:
Jatene: 27.947
Ana: 29.209
Juvenil: 2016
F.Carneiro: 619
Cleber:80


Abaetetuba:
Jatene: 29.235
Ana: 39.209
Juvenil: 2.007
F.Carneiro: 1.323
Cleber:26


Baião:
Jatene: 6.617
Ana: 8.135
Juvenil: 875
F.Carneiro: 109
Cleber: 26


Igarapé-Miri.
Jatene: 16.894
Ana: 13.293
Juvenil: 1.304
F.Carneiro: 259
Cleber:121


Limoeiro do Ajuru:
Jatene: 4.898
Ana: 7.200
Juvenil: 259
F.Carneiro: 63
Cleber:07


Mocajuba:
Jatene: 6.633
Ana: 7.558
Juvenil: 567
F.Carneiro: 111
Cleber:35


Oeiras do Pará:
Jatene: 5.865
Ana: 6.292
Juvenil: 465
F.Carneiro: 113
Cleber:24


Total Meso Nordeste-Micro-Cametá:
Jatene: 98.089
Ana: 110.894
Juvenil: 7.493
F.Carneiro: 2.597
Cleber:609


Mesorregião Nordeste- Microrregião: Tome-açú: Acará, Concórdia do Pará, Mojú, Tailândia, Tomé-Açú.


Acará:
Jatene: 10.020
Ana: 12.738
Juvenil: 1.408
F.Carneiro: 211
Cleber:149


Concórdia do Pará:
Jatene: 6.329
Ana: 6.016
Juvenil: 410
F.Carneiro: 74
Cleber:40


Mojú:
Jatene: 13.222
Ana: 10.767
Juvenil: 6.152
F.Carneiro: 256
Cleber: 194


Tailândia:
Jatene: 17.049
Ana: 3.868
Juvenil: 4.435
F.Carneiro: 177
Cleber:44


Tomé-Açú:
Jatene: 12.693
Ana: 11.728
Juvenil: 860
F.Carneiro: 120
Cleber:44

Total: Meso Nordeste- Micro- Tomé-Açú:
Jatene: 59.313
Ana: 45.117
Juvenil: 13.265
F.Carneiro: 838
Cleber:508


Mesorregião Nordeste- Microrregião: Guamá: Cachoeira do Piriá, Capitão Poço, Garrafão do Norte, Irituia, Mãe do rio, São Domingos do Capim, São Miguel do Guamá,Vizeu, Aurora do Pará, Ipixuna do Pará, Nova Esperança do Piriá, Santa Luzia do Pará.


Cachoeira do Piriá:
Jatene: 3.101
Ana: 3.467
Juvenil: 555
F.Carneiro: 20
Cleber:09


Capitão Poço:
Jatene: 14.862
Ana: 6.838
Juvenil: 2.811
F.Carneiro: 182
Cleber:52


Garrafão do Norte:
Jatene: 4.907
Ana: 6.313
Juvenil: 1.559
F.Carneiro: 99
Cleber:15


Irituia:
Jatene: 7.435
Ana: 6.265
Juvenil: 2.664
F.Carneiro: 191
Cleber:29


Mãe do rio:
Jatene: 10.142
Ana: 4.278
Juvenil: 1.525
F.Carneiro: 93
Cleber:21


São Domingos do Capim:
Jatene: 8.240
Ana: 6.338
Juvenil: 545
F.Carneiro: 144
Cleber:30


São Miguel do Guamá:
Jatene: 15.640
Ana: 3.590
Juvenil: 4.467
F.Carneiro: 269
Cleber:53


Viseu:
Jatene: 7.602
Ana: 15.311
Juvenil: 1.470
F.Carneiro: 474
Cleber:57


Aurora do Pará:
Jatene: 6.516
Ana: 3.346
Juvenil: 1.091
F.Carneiro: 47
Cleber:13


Ipixuna do Pará:
Jatene: 5.795
Ana: 5.741
Juvenil: 481
F.Carneiro: 50
Cleber:12


Santa Luzia do Pará:
Jatene: 4.824
Ana: 5.237
Juvenil: 514
F.Carneiro: 69
Cleber:27


Total - Meso Nordeste- Micro- Guamá:
Jatene: 93.459
Ana: 71.083
Juvenil: 18.037
F.Carneiro: 1.692
Cleber:324



Mesorregião Sudeste do Pará: Microrregião Tucurui. Microrregião Paragominas, Microrregião São Félix do Xingu, microrregião Parauapebas, Microrregião Marabá, Microrregião Redenção.


Microrregião Tucurui: Tucurui,Itupiranga, Jacundá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento, Breu Branco:


Tucurui:
Jatene: 26.777
Ana: 18.135
Juvenil: 2.842
F.Carneiro: 1.291
Cleber:204


Itupiranga:
Jatene: 9.001
Ana: 10.432
Juvenil: 1.467
F.Carneiro: 73
Cleber:17


Jacundá:
Jatene: 13.913
Ana: 6.957
Juvenil: 2.724
F.Carneiro: 205
Cleber:28


Nova Ipixuna:
Jatene: 3.585
Ana: 3.020
Juvenil: 549
F.Carneiro: 59
Cleber:06


Novo Repartimento:
Jatene: 13.771
Ana: 9.649
Juvenil: 3.359
F.Carneiro: 186
Cleber:20


Breu Branco:
Jatene: 10.246
Ana: 6.133
Juvenil: 1.555
F.Carneiro: 185
Cleber:41


Total : Meso Sudeste- Microrregião Tucurui:
Jatene: 77.473
Ana: 54.326
Juvenil: 12.496
F.Carneiro: 1.999
Cleber:316



Meso Sudeste- Microrregião Paragominas: Paragominas, Bpm Jesus do Tocantins, Dom Eliseu, Rondon do Pará, Abel Figueiredo, Goianésia do Pará, Ulianópolis:


Paragominas:
Jatene: 27.607
Ana: 11.702
Juvenil: 2.759
F.Carneiro: 441
Cleber:132


Bom Jesus do Tocantins:
Jatene: 2.737
Ana: 2.985
Juvenil: 263
F.Carneiro: 28
Cleber:02


Dom Eliseu:
Jatene: 8.276
Ana: 6.015
Juvenil: 3.489
F.Carneiro: 143
Cleber:20



Rondon do Pará:
Jatene: 7.974
Ana: 8.030
Juvenil: 3.250
F.Carneiro: 65
Cleber:21


Abel Figueiredo:
Jatene: 1.584
Ana: 1.827
Juvenil: 249
F.Carneiro: 03
Cleber:02



Goianésia do Pará:
Jatene: 8.244
Ana: 3.785
Juvenil: 2.690
F.Carneiro: 170
Cleber:35



Ulianópolis:
Jatene: 4.870
Ana: 3.866
Juvenil: 992
F.Carneiro: 38
Cleber:13



Total: Meso Sudeste- Microrregião Paragominas:
Jatene: 61.292
Ana: 38.210
Juvenil: 13.692
F.Carneiro: 888
Cleber:225


Mesorregião Sudeste: Microrregião São Félix do Xingú: São Félix do Xingú, Ourilândia do Norte,Tucumã, Cumaru do Norte, Bannach.


São Félix do Xingu:
Jatene: 8.382
Ana: 7.756
Juvenil: 5.048
F.Carneiro: 155.
Cleber:23


Ourilândia do Norte:
Jatene: 5.566
Ana: 4.611
Juvenil: 1.160
F.Carneiro: 44
Cleber:16


Tucumã:
Jatene: 7.680
Ana: 5.903
Juvenil: 1.475
F.Carneiro: 42
Cleber: 39

Cumarú
do Norte:
Jatene: 1.327
Ana: 1.344
Juvenil: 673
F.Carneiro: 03
Cleber:03



Bannach:
Jatene: 920
Ana: 992
Juvenil: 60
F.Carneiro: 02
Cleber:01

Total: Meso Sudeste- Microrregião: São Félix do Xingu:
Jatene: 23.875
Ana: 20.606
Juvenil: 3.368
F.Carneiro: 246
Cleber:82

Mesorregião Sudeste- Microrregião Parauapebas: Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás, Água Azul do Norte, Eldorado do Carapás.


Parauapebas:
Jatene: 31.425
Ana: 18.820
Juvenil: 6.472
F.Carneiro: 1.780
Cleber:298



Curionópolis:
Jatene: 3.228
Ana: 3.330
Juvenil: 2.494
F.Carneiro: 96
Cleber:12



Canaã dos Carajás:
Jatene: 5.391
Ana: 3.662
Juvenil: 2.707
F.Carneiro: 112
Cleber:49



Água Azul do Norte:
Jatene: 3.268
Ana: 2.042
Juvenil: 685
F.Carneiro: 52
Cleber:03



Eldorado do Carajás:
Jatene: 4.741
Ana: 5.378
Juvenil: 582
F.Carneiro: 146
Cleber:15



Total - Meso Sudeste- Microrregião Parauapebas:
Jatene: 48.053
Ana: 33.232
Juvenil: 12.940
F.Carneiro: 2.186
Cleber:377



Mesorregião Sudeste- Microrregião Marabá: Marabá, Brejo Grande do Araguaia, São João do Araguaia, Palestina do Pará, São Domingos do Araguaia.


Marabá:
Jatene: 43.251
Ana: 44.192
Juvenil: 6.489
F.Carneiro: 1.764
Cleber:454



Brejo Grande do Araguaia:
Jatene: 1.467
Ana: 1.921
Juvenil: 194
F.Carneiro: 26
Cleber:07



São João do Araguaia:
Jatene: 1.685
Ana: 1.773
Juvenil: 128
F.Carneiro: 47
Cleber:14



Palestina do Pará:
Jatene: 1.876
Ana: 1.595
Juvenil: 252
F.Carneiro: 29
Cleber:01



São Domingos do Araguaia:
Jatene: 4.059
Ana: 4.498
Juvenil: 1.432
F.Carneiro: 76
Cleber:07



Total : Meso Sudeste- Microrregião Marabá:
Jatene: 52.338
Ana: 53.979
Juvenil: 8.495
F.Carneiro: 1.942
Cleber:483



Mesorregião Sudeste- Microrregião Redenção: Redenção, Piçarra, Rio Maria, São Geraldo Araguaia, Xinguara, Pau D’Arco:


Redenção:
Jatene: 21.371
Ana: 8.825
Juvenil: 6.478
F.Carneiro: 339
Cleber:82



Piçarra:
Jatene: 2.371
Ana: 2.259
Juvenil: 995
F.Carneiro: 09
Cleber: 02



Rio Maria:
Jatene: 3.484
Ana: 4.549
Juvenil: 902
F.Carneiro: 37
Cleber:07



São Geraldo do Araguaia:
Jatene: 5.942
Ana: 3.268
Juvenil: 3.927
F.Carneiro: 26
Cleber:09


Xinguara:
Jatene: 9.020
Ana: 8.938
Juvenil: 900
F.Carneiro: 151
Cleber: 44



Pau D”Arco:
Jatene: 1.468
Ana: 1.617
Juvenil: 794
F.Carneiro: 20
Cleber:08


Total: Meso-Sudeste- Microrregião Redenção
Jatene: 43.656
Ana: 29.456
Juvenil: 13.996
F.Carneiro: 582
Cleber:152



Mesorregião Sudeste: Microrregião Conceição do Araguaia: Conceição do Araguaia, Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, Floresta do Araguaia:


Conceição do Araguaia:
Jatene: 10.248
Ana: 9.032
Juvenil: 1.135
F.Carneiro: 175
Cleber: 59



Santa Maria das Barreiras:
Jatene: 2.139
Ana: 2.121
Juvenil: 2.730
F.Carneiro: 13
Cleber:04



Santana do Araguaia:
Jatene: 4.911
Ana: 3.975
Juvenil: 3.484
F.Carneiro: 23
Cleber:06



Floresta do Araguaia:
Jatene: 2.360
Ana: 4.210
Juvenil: 676
F.Carneiro: 47
Cleber:05


Total: Meso Sudeste- Microrregião Conceição do Araguaia:
Jatene: 19.658
Ana: 19.338
Juvenil: 8.025
F.Carneiro: 258
Cleber:74



Mesorregião Sudoeste: Microrregião Itaituba, Microrregião Altamira:



Mesorregião Sudoeste – Microrregião Itaituba: Itaituba, Aveiro, Trairão. Novo Progresso, Jacareacanga, Rurópolis:


Itaituba:
Jatene: 23.794
Ana: 13.770
Juvenil: 5.758
F.Carneiro: 504
Cleber:114

Aveiro:
Jatene: 2.707
Ana: 2.702
Juvenil: 829
F.Carneiro: 26
Cleber:15

Trairão:
Jatene: 2.786
Ana: 1.938
Juvenil: 1.060
F.Carneiro: 41
Cleber:01


Novo Progresso:
Jatene: 4.600
Ana: 4.044
Juvenil: 1.315
F.Carneiro: 17
Cleber:20



Jacareacanga:
Jatene: 13.913
Ana: 6.957
Juvenil: 2.724
F.Carneiro: 205
Cleber:28



Rurópolis:
Jatene: 5.718
Ana: 3.824
Juvenil: 1.092
F.Carneiro: 59
Cleber:06


Total: Meso Sudoeste- Micro Itaituba:
Jatene: 53.518
Ana: 33,235
Juvenil: 12.778
F.Carneiro: 852
Cleber:184



Mesorregião Sudoeste – Microrregião Altamira: Altamira, Anapú, Medicilândia, Pacajá. Senador José Porfírio, Uruará, Brasil Novo, Vitória do Xingu.



Altamira:
Jatene: 22.111
Ana: 7.302
Juvenil: 14.453
F.Carneiro: 517
Cleber:70



Anapú:
Jatene: 4.616
Ana: 2.246
Juvenil: 1.342
F.Carneiro: 21
Cleber: 02



Medicilândia:
Jatene: 4.824
Ana: 4.541
Juvenil: 1.962
F.Carneiro: 131
Cleber:04



Pacajá:
Jatene: 8.218
Ana: 4.500
Juvenil:
F.Carneiro: 105
Cleber:10



Senador José Porfírio:
Jatene: 2.048
Ana: 1.468
Juvenil: 1.375
F.Carneiro: 26
Cleber:0



Uruará:
Jatene: 6.559
Ana: 2.611
Juvenil: 8.724
F.Carneiro: 58
Cleber:09



Brasil Novo:
Jatene: 5.028
Ana: 2.421
Juvenil: 1.440
F.Carneiro: 27
Cleber: 02



Vitória do Xingu:
Jatene: 3.008
Ana: 1.694
Juvenil: 1.199
F.Carneiro: 60
Cleber:04



Total: Meso Sudoeste – Microrregião Altamira:
Jatene: 36.512
Ana: 26.783
Juvenil: 24.986
F.Carneiro: 945
Cleber:101